Trânsito e Meio ambiente - Conceitos Gerais

Ecossistema

O termo: ecossistema foi introduzido pelo ecologista de plantas britânico, A G. Tansley, em 1935.

Do grego: oikos = casa (a casa Terra).

Do grego: systema = disposição das partes ou dos elementos de um todo, coordenados entre si e que funcionam como estrutura organizada.

Ecossistema é a comunidade de organismos e suas interações ambientais físicas como uma unidade ecológica.

É todo conjunto formado por um ambiente, juntamente com os seres vivos, não vivos, somado às leis da física, fenômenos da natureza, luz solar, calor. Unidade funcional de base em ecologia, porque inclui ao mesmo tempo, os seres vivos e o meio onde vivem, com todas as interações recíprocas entre o tudo o que há no meio e os organismos vivos.

É um sistema aberto integrado por todos os organismos vivos, incluindo o ser humano, e os elementos não viventes de um setor ambiental definido no tempo e no espaço, que em seu tamanho podem variar consideravelmente, cujas propriedades globais de funcionamento, ou seja, fluxo de energia e ciclagem da matéria e autodepuração derivam das relações entre todos os seus componentes, tanto pertencentes ao sistemas naturais, quanto a tecnologia introduzida por nós seres humanos.

Todos os ecossistemas do planeta formam a biosfera.

Exemplos de ecossistemas: lago, floresta, cidade, trânsito, etc.

A maioria dos ecossistemas do planeta estão atualmente desequilibrados, porque a espécie humana consome e distribui irregularmente os recursos naturais disponíveis, isto ocorre em função de:

  • Extração e consumo desordenado dos recursos naturais.
  • Irregular distribuição dos recursos pelo ser humano, para os outros seres humanos e para os outros seres vivos.
  • Falta de cuidados no descarte de subprodutos.
  • Falta de estudos de impacto ambiental antes da introdução de qualquer meio tecnológico.
  • Falta de educação ambiental.

Ecologia

Termo criado em 1866 pelo biólogo alemão Ernst Haeckel, em seu livro Generelle Morphologie des Organismen, para designar o estudo das relações de um organismo com seu meio inorgânico ou orgânico.

Do grego: oikos = casa (a casa Terra).

Do grego: logos = princípio da razão, ciência (que tem ciência ou conhecimento de alguma coisa; sabedor).

Ecologia é a ciência das relações entre os organismos e o mundo externo circunvizinho. Mais precisamente é o estudo das relações que interligam todos os membros da casa Terra.

Ciência que estuda a dinâmica de todos os serves vivos com os aspectos químicos e físicos do meio ambiente e com cada um dos demais, incluindo os aspectos tecnológicos: econômicos, sociais, culturais e psicológicos de nós os seres humanos.

Ecologia não é meio ambiente, não é lugar onde se vive, não é descontentamento com aspectos tecnológicos, é a ciência que estuda as condições de existência dos seres vivos e as interações de qualquer natureza, existentes entre estes seres vivos e seu meio, assim como com os aspectos tecnológicos.

Ramo das ciências humanas que estuda a estrutura e o desenvolvimento das comunidades humanas em suas relações com o meio ambiente e sua consequente adaptação a ele, assim como novos aspectos que os processos tecnológicos ou os sistemas de adaptação social antropológica possam acarretar para o meio ambiente.

Biosfera

Termo utilizado pela primeira vez no final do século XIX, pelo geólogo austríaco Eduard Suess.

É a camada de vida que envolve a Terra, a vida é uma força que parcialmente cria e controla o meio ambiente planetário.

Para compreendermos o tamanho da biosfera, os cientistas representam o planeta por uma esfera do tamanho de uma bola de basquete, com os oceanos e os países pintados em sua superfície, a espessura da biosfera terá justamente a espessura aproximada dessa camada de tinta.

Desenvolvimento Sustentável

Também chamado ecodesenvolvimento, esta idéia originou-se em 1968 em Paris, na Biosphere Conference, e ganhou espaço no mundo acadêmico e na opinião pública internacional a partir da Conferência de Estocolmo, em 1972, o economista Ignacy Sachs, principal responsável pelo desenvolvimento desta proposta, costuma definí-la como resultado da combinação de três conceitos: justiça social (critérios de solidariedade com a geração presente), proteção ambiental (critério de solidariedade com a geração futura) e eficiência econômica.

É o desenvolvimento que harmoniza o imperativo do crescimento ecônomico-tecnológico, com a promoção da eqüidade social e preservação do patrimônio natural, garantindo que as necessidades humanas sejam atendidas sem comprometer o atendimento das necessidades das gerações futuras.

Cada geração humana deve deixar para gerações futuras de todos os seres vivos, a mesma riqueza encontrada agora, e quando se der a degradação ambiental que a sociedade humana o reconstrua.

Progresso que não tenha repercussão nociva sobre a natureza, que não deteriore de nenhum modo seu meio, nem suas condições de vida.

É a busca de fórmulas que combinem adequadamente o progresso, tecnologia, conforto e o equilíbrio do ser humano, sem ferir ou destruir todos os ecossistemas.

Fazem parte do desenvolvimento sustentável a reciclagem, reutilização e a diminuição na produção dos produtos que a natureza não degenera.

Por exemplo: uso de combustíveis não poluentes, esquemas de produção que gastem menos energia, desenvolvimento e produção de produtos que a natureza decomponha (plástico biodegradável, biodiesel).

Autodepuração

É a propriedade que a natureza possui de purificar-se por seus próprios meios. Ela é realizada por microorganismos presentes no meio, que necessitam do oxigênio, da luz solar e da fotossíntese.

É importante estar alerta para muitas publicações que confundem os processos naturais da autodepuração, afirmando que os produtos tecnologicamente alterados se autodepuram.

Nosso ecossistema não depura moléculas que não foram formadas por ele. Ou seja, com processos tecnológicos alteramos recursos naturais criando novas moléculas que não são reconhecidas pelo ecossistema, elas apenas se fragmentam em partículas poluentes que contaminam e poluem irreversivelmente nosso solo, atmosfera e água.

Exemplos de alteração das moléculas e a produção de materiais para o veículo automotor: que são todas as ligas metálicas, todos os derivados do petróleo e não somente os combustíveis e o vidro.

Este é o motivo pelo qual a poluição é considerada toda alteração química, física e biológica.

Poluição

Poluição é toda alteração química, física ou biológica do meio ambiente, causada por atividade humana, que causa danos aos seres vivos e demais ecossistemas.

Introdução num ciclo biológico, de elementos cuja quantidade bloqueiam os circuitos naturais.

Os agentes que provocam a poluição são chamados de poluentes e apresentam-se na forma sólida, líquida ou gasosa, mas também são sonóras, visuais, radiações, luz, calor.

Tipos de poluição:

  • Atmosférica;
  • Das águas;
  • Do solo;
  • Sonora;
  • Visual.

A poluição degrada o meio ambiente, cuja reparação nem sempre e possivel, portanto devemos saber prevenir e entender que o ambiente deve prevalecer aos nossos interesses e necessidades, locais, globais, atuais e futuras.

Os recursos naturais são finitos e os desejos e criatividade humana infinita, portanto devemos refletir com precaução: meio ambiente seguro, ser humano preservado.

Poluição do Solo e das Águas

Extraímos do solo, matéria prima para a produção de metais, ligas metálicas e vidro, com as quais construímos veículos e fazemos isto de maneira desenfreada, degradando o solo e a vegetação de imensas áreas, gerando a desertificação e a destruição das águas, com o desequilíbrio ecológico.

O dióxido de carbono quando chega aos oceanos, sofre uma reação química e se transforma em ácido carbônico alterando a acidez, o chamado pH da água, que soma para o superaquecimento global. A acidez e o aquecimento dos oceanos matam muitas espécies de zooplânctons e fitoplânctons, que ao realizarem a fotossíntese, sintetizam o excesso de gás carbônico da atmosfera evitando o superaquecimento.

Não fosse por estes animais e vegetais a temperatura da Terra teria aumentado 2ºC, em vez de apenas 1ºC no último século, devido a nossa poluição.

Mais um dos comprometimentos da poluição das águas dos oceanos é que o superaquecimento global e a acidez, matam plânctons, fitoplânctons, estes vegetais na fotossíntese sintetizam o dióxido de carbono e liberam metade do oxigênio existente na atmosfera, para o consumo de todos os animais do planeta. E na morte liberam metano, que destrói a camada de ozônio.

Oceanos poluidos também geram o crescimento de zonas mortas, que se dá da seguinte maneira: a poluição gera a proliferação de imensa quantidade de várias espécies de algas, que matam outras espécies animais e vegetais. Ao morrerem, elas se depositam no fundo do mar e são autodepuradas por bactérias que consomem a maior parte do oxigênio da água. E sem oxigênio na água todas as outras espécies vivas morrem, resultando nas zonas mortas, ou seja, grandes regiões marinhas sem vida.

Nos anos 50, havia no mundo três zonas mortas reconhecidas cientificamente. Hoje, existem 150, uma delas na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

Na água potável existente nos lençóis freáticos e aquíferos, as particulas pesadas poluentes se acumulam, comprometendo a vida que consome esta água.

Na água potável existente nos rios além da fixação das partículas pesadas, também há a incidência da proliferação de algas e zonas mortas.

Com a urbanização construímos asfaltos, casas, prédios, edifícios que impermeabilizam grandes extensões de solo que antes absorviam as águas das chuvas, e agora com a impermeabilização toda esta água é direcionada para os esgotos e daí para nossos reservatórios de agua doce que perde sua potabilidade. Sem contar que este processo resulta também em enchentes trazendo toda sorte de prejuízos: doenças, mortes e perdas materiais.

Todos os produtos necessários num veículo automotor é tecnologicamente alterado, portanto não ocorre a autodepuração. Então, os veículos em péssimas condições e os retirados de circulação sem responsabilidade, estão em contínuo processo de fragmentação das partículas pesadas, que lançadas no ecossistema vão do solo para as àguas, contaminando-as e poluindo-as irreversivelmente e gerando os danos como vimos acima.

Exemplos da alteração química da matéria prima utilizada nos veículos automotores: são ligas metálicas - aço, alumínio, titânio, liga leve, etc. Derivados do petróleo - verniz, silicone, tintas, fixadores das tintas, poliuretano, kevlar, negro de fumo, acrílico, resinas, fibra de carbono, outros tipos de plásticos, espuma, náilon, poliéster, acrílico, isopor, óleos, combustíveis, lubrificantes, borracha, etc. No veículo também existe o amianto, zinco, cobre, ferro, magnésio, sílica, manganes, palâdio, rádio, cromo, molibdênio, carvão, chumbo, vidro, fibra de vidro, etc.

Possuimos em nosso país enorme potencial de água potável, e nenhum estudo nos orienta para a contaminação e poluição irreversível que estamos promovendo nela com os veículos em péssimas condições que rodam e os retirados de circulação que não damos destino para reciclagem e todos os componentes fragmentam-se e do solo vão para nossas águas.

Com estas afirmativas concluímos que a sonegação da educação ambiental gera danos irreparáveis aos nossos ecossistemas e, vimos no tema para reflexão no início desta apostila que a ganância econômica é a principal fonte de destruição da natureza, esta ganância não existe apenas nas pessoas que possuem muito dinheiro e poder, a maioria de nós somos impulsionados por ela: não fazemos a revisão e manutenção do veículo, compramos peças de segunda linha, recuperamos peças e componentes que cientificamente não podem ser remanufaturadas, compramos estas peças e componentes, rodamos com o veículo até o deixarmos sem condições e o vendemos para nos livrarmos das responsabilidades e compramos estes veículos sem conscientização e apenas movidos pelo preço e o lucro cego, e ainda, muitos de nós retiramos o catalizador, etc.

Vemos a ganância econômica apenas nos ricos e egoísticamente nos colocamos como vítimas do sistema econômico, mas, nas pequenas ações somos tão predadores da natureza quanto eles.

E a água: temos provas concretas da diminuição da água potável no planeta, basta olhar aqui no Brasil – chove torrencialmente gerando enchentes que se misturam à poluição e depois vão se depositar nas águas potáveis e também a estiagem prolongada diminuindo esta água.

Como vimos acima nossas águas de superfície, lençóis freáticos e aquíferos são abundantes. Com este valioso recurso talvez em apenas uma década poderemos tornar o Brasil economicamente independente e destacado na economia mundial, o que promoverá qualidade de vida para o nosso povo nesta e em futuras gerações. Todavia, desvalorizando a educação que gera a informação e gananciosos, não desfrutaremos desta evidência.

Atmosfera

Composta por gases, vapor de água e partículas sólidas. Possui mais ou menos 75.000km de espessura, enquanto que o diâmetro da Terra é 12.000km, porém a camada que vai da superfície do planeta até 20.000km de altitude representa mais de 90% do peso total da atmosfera.

O que chamamos de ar é a mistura de gases mais vapor de água, é elemento fundamental do sistema integrado de organização da vida no planeta.

As proporções ideais dos gases na atmosfera são:

  • 78% de nitrogênio.
  • 21% de oxigênio.
  • 9% de argônio.
  • 0,035% de dióxido de carbono.
  • 0,04% do ar = outros gases.

Poluição Atmosférica

Acumulação de qualquer substância ou forma de energia no ar, em concentrações que produzem efeitos negativos a toda forma de vida, equipamentos, materiais, construções e recursos naturais.

Gases Tóxicos

São os principais agentes poluidores, sendo a fonte geradora determinante a combustão do petróleo e seus derivados, a queima dos combustíveis minerais e vegetais.

Inversão Térmica

É um fenômeno natural que ocorre em todas as estações do ano, e com mais freqüência no inverno.

A função deste fenômeno é renovar o ar da atmosfera, invertendo as correntes de ar quente para a altitude e a corrente de ar frio mais próxima da superfície.

Devido a poluição uma camada de ar frio fica aprisionada entre duas camadas de ar quente, concentrando a poluição e impedindo a renovação do ar na atmosfera.

O veículo regulado, catalisador e a maneira correta de conduzir, inibem este problema.

Efeito Estufa

Fenômeno natural do clima na Terra pelo qual os gases do efeito estufa absorvem algumas radiações de calor que o planeta emite depois de receber energia solar, é um fenômeno essencial à vida, já que sem ele nossa temperatura seria aproximadamente 30ºC mais fria. A quantidade ideal destes gases na atmosfera mantém a temperatura em média 16ºC.

O termo efeito estufa baseia-se na analogia entre o fenômeno do dióxido de carbono na atmosfera e o vidro em uma estufa. Na estufa o vidro facilita a passagem das ondas curtas de energia solar, para que seja absorvida pelos objetos em seu interior. O ambiente interior aquecido então irradia ondas longas em direção ao vidro, o vidro sendo relativamente opaco em relação à energia que recebe resulta que a energia penetre no interior da estufa com mais facilidade que sai, desencadeia o aquecimento.

Do mesmo modo na atmosfera, o dióxido de carbono é mais transparente que a energia solar, a medida que aumenta a quantidade de dióxido de carbono, a energia solar que chega não é afetada mas a Terra tem mais dificuldade de reenviar esta energia de volta para o espaço, assim acontece um equilíbrio e a temperatura aumenta.

Os problemas que estamos enfrentando se dão devido o superaquecimento global, porque com nossa tecnologia amplificamos o efeito estufa.

Estes gases são: dióxidos de carbono primários, metano, óxido de enxofre, clorofluorcarbonetos, halogenados e ozônio troposférico.

Alguns exemplos de desiquilíbrios gerados pelo superaquecimento global: invernos rigorosos, verões rigorosos, aumento da temperatura dos oceanos, aumento da temperatura do planeta, aumento na potencialidade de tufões, furacões, vendavais, nevascas, aparecimento de tufões e ciclones na América do Sul (Santa Catarina e Paraná), diminuição de incidências de chuvas, secas, baixa umidade atmosférica, incêndios florestais, chuvas torrenciais, enchentes, diminuição da água potável, desertificação, descontrole do El Niño, degelo das Calotas Polares (que aumenta o superaquecimento porque libera metano), morte de algas e fitoplânctons.

Camada de Ozônio

Forma do oxigênio em que a molécula está formada por três átomos de oxigênio, situa-se nas partes superiores da estratosfera e nas baixas camadas da mesosfera, em alturas entre 20 e 35.000 metros, estendendo-se para além dos 50.000 metros.

A função da camada de ozônio é evitar que chegue a Terra altas doses de raios ultravioletas (letais para animais e vegetais) e tem importância no equilíbrio térmico.

Esse escudo vem perdendo espessura e apresenta dois buracos, um em cada polo, sendo que o maior está no Polo Sul, atinge cerca de 15% da superfície da atmosfera terrestre.

O principal responsável pelo buraco na camada de ozônio é o clorofluorcarbono, que combinam-se com o oxigênio, decompõem as moléculas de ozônio formando o gás cloro.

As conseqüências: prejudicam o desenvolvimento das células animais e vegetais porque compromete o código genético, em exemplos: câncer de pele, doenças nos olhos (cegueira), aumento da temperatura da Terra e interferência nas das estações do ano.

Chuva Ácida

É a precipitação atmosférica na forma de chuva, neve, neblina, cerração, que contém ácido sulfúrico, ácido muriático e ácido nítrico.

A tendência atual é usar a expressão deposição ácida, porque existe também a deposição seca de poluentes ácidos gasosos e particulados.

Este fenômeno foi observado pela primeira vez pelo químico, Robert Smith, quando descrevia a poluição em Manchester na Inglaterra há mais de um século. Entretanto a ocorrência em todo planeta só ocorreu a partir de 1950, quando diversos ecossistemas de lagos e florestas já estavam seriamente comprometidos.

Com nossa tecnologia lançamos para a atmosfera dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio, que reagindo com a umidade (água em evaporação) e o oxigênio, criam substâncias altamente ácidas (ácido sulfúrico, nítrico e muriático), tornando o solo, a atmosfera e a água, e tudo e toda a vida que existe também em baixo da água, desfavoráveis, porque a degradação acidifica as águas e o solo, reduzindo a biodiversidade a as reações físico-químicas. Exemplos da degradação: No solo e na vegetação – diminuição do pH da solução do solo prejudicando o sistema das raízes, diminuindo o potencial das plantas absorverem os nutrientes e a água, afetando o crescimento das sementes e a decomposição do folhedo, redução em seu crescimento e a morte. Nas águas – não existe vida. E na água potável acúmulo de metais perigosos à vida animal. Nos seres humanos e demais animais – acúmulo no organismo de metais nocivos, tais como, chumbo, cobre, zinco, cádmio, mercúrio, que comprometem a saúde. Nos materiais: corrosão de edifícios, pontes, represas, equipamentos industriais, redes de canalização de água, depositos de armazenamento subterrâneos, monumentos históricos, etc.

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