Trânsito e Meio ambiente - Veículos Automotores e o Meio Ambiente

Problemas causados pela relação inconsequente entre veículos automotores e o meio ambiente

  • Poluição atmosférica, das águas, do solo, visual, sonora.
  • Superaquecimento do planeta e todos os comprometimentos que isto desencadeia.
  • Buraco na camada de ozônio e todos os comprometimentos que isto desencadeia.
  • Chuva ácida e todos os comprometimentos que isto desencadeia.
  • Inversão térmica.
  • Contaminação da água potável e todos os comprometimentos que isto desencadeia.
  • Contaminação das águas dos mares e oceanos.
  • Morte de plânctons, fitoplântons, animais e vegetais marinhos.
  • Desertificação devido a extração de matéria prima para a fabricação dos veículos.
  • Erosão, resultante do mau planejamento das estradas.
  • Agressões contra o meio ambiente, resultante dos acidentes com o transporte de produtos tóxicos poluentes.
  • Incêndios devastadores, causados pelo uso inadequado de lugares de descanso às beiras das rodovias, ou cigarro jogado pela janela do veículo.
  • Enchentes nas cidades, provocadas por descarte e acúmulo de lixo, entupindo bueiros, rios, lagos.
  • Mortes de animais silvestres, provocados pelo excesso de velocidade e descaso com as regras de circulação e à sinalização.

Veículos automotores poluem

Em movimento:

  • A queima de combustível para a impulsão, libera gases e partículas.
  • Freadas bruscas e 'cantar' os pneus, solta dos pneus e freios o amianto, altamente cancerígeno, força e desgasta o motor, desperdiçando combustível.
  • As peças do veículo quando trabalham, entram em conexão umas com as outras resultando em seu desgaste, eliminando partículas metálicas para o solo a água.

Parados:

  • Evaporação do óleo do cárter e do combustível.
  • Combustível que escorre durante o abastecimento, ou vaza do tanque por algum defeito.
  • Evaporação dos outros lubrificantes.

Desregulados:

  • Emissão de fumaça e fuligem do escapamento.
  • Queima excessiva de combustível e lubrificantes.
  • Evaporação de combustível por desgaste de juntas e outras peças.
  • Eliminação das partículas pesadas que se desprendem, durante a conexão de uma peça com outra.
  • Peças desgastadas.

Combustível adulterado:

  • Entupimento da bomba de gasolina.
  • Corrosão pelo solvente das peças que compõem a injeção eletrônica.
  • Comprometimento do motor, por acúmulo de resíduos nos cilindros, atingindo também a bomba de óleo.

Na manutenção:

  • Muitos tipos de fluídos tóxicos são utilizados nos veículos: óleos de motor, freios, transmissão, água de bateria, etc.
  • A substituição e descarte dos fluídos devem seguir normas para não agredirem a natureza.

Grandes Poluentes

  • Materiais particulados pesados: fuligem que sai dos escapamentos, desgaste dos pneus, todas as peças metálicas e plásticas, carrocerias, vidro, lubrificantes, óleos dos veículos automotores.
  • Fumaça preta: a combustão incompleta do combustível, principalmente nos veículos a diesel provoca a fumaça preta, que concentram gases tóxicos, compostos de chumbo, dióxido de enxofre, hidrocarbonetos, aldeídos e outros.
  • Monóxido de carbono: gás incolor e inodoro, ao ser aspirado a pessoa e os animais não percebem que estão se intoxicando, causa a morte.
  • Dióxido de carbono (CO2): absorve os raios infravermelhos do sol, acarretando aumento de temperatura sobre a superfície terrestre. Provoca o derretimento de gelo nas calotas polares.
  • Gás carbônico (CO): resultante da queima dos combustíveis fósseis, minerais e dos derivados de vegetais.
  • O gás carbônico, chumbo e enxofre são altamente tóxicos e venenosos para a vida.

Economizando combustível e preservando o meio ambiente

  • Trocar a marcha na rotação correta.
  • Evitar reduções constantes de marcha, acelerações e freadas bruscas.
  • Evitar paradas prolongadas com o motor em funcionamento.
  • Manter a velocidade constante, tirando o pé do acelerador quando o veículo estiver parado, ao fechar o semáforo ou o trânsito parar a frente.
  • Tirar o pé da embreagem, ela somente é usada para a troca de marchas.
  • Não manter a mão apoiada no câmbio.
  • Não acelerar o motor com o veículo parado.
  • Não arrancar bruscamente, fazendo os pneus patinarem.
  • Não deixar o veículo funcionando em garagens ou ambientes fechados.
  • Fazer revisão e manutenção periódica do veículo.
  • Observar a vida útil dos componentes de controle de poluição do veículo.
  • Preservar o veículo regulado.
Cuidados na substituição de fluídos

A manipulação de fluídos sem conhecimento pode trazer riscos para a saúde e danos para meio ambiente. Isto deve ser feito em oficinas especializadas.

Regras Básicas para a colocação e substituição de fluídos

  • Bateria: evitar o contato com a pele e olhos, não se aproximar da bateria com cigarros acesos, chamas ou possíveis fontes de faíscas, pois os gases são explosivos. Deve-se procurar estabelecimento autorizado.
  • Óleo do motor - reabastecimento para nível baixo: remover a tampa do bocal de enchimento do reservatório de óleo. Verificar o nível com a vareta de medição. Colocar o óleo com auxílio de um funil para evitar o derramamento fora do reservatório. Limpar a tampa internamente e recolocá-la. Utilizar apenas os óleos recomendados para o veículo.
  • Troca de óleo do motor: o óleo deve ser escoado ainda quente, em estabelecimento autorizado, bastando remover o bujão de escoamento e a tampa do bocal de enchimento. Substitua o anel de vedação do bujão de escoamento e na reinstalação, aperte-o moderadamente.
  • Sistema de refrigeração do motor: verificação do nível do líquido: Deve-se procurar oficina especializada. Em caso de extrema necessidade, o reservatório poderá ser reabastecido com água. A tampa do reservatório não deve ser removida com o motor quente.
  • Óleo de transmissão: a transmissão dispensa a troca de óleo. O nível deve ser verificado apenas quando se constatar algum vazamento, Neste caso, mande verificar a causa do vazamento e a conserte.
  • Reservatório do fluido da direção hidráulica: com o veículo nivelado e o motor em marcha lenta, o nível deve estar entre as marcas: máx. e mín. do reservatório. Caso seja necessário completá-lo, procure uma oficina de confiança. Deve-se evitar que este fluido entre em contato com as partes quentes do motor, pois ele é inflamável. Se isso acontecer, deve-se lavar imediatamente com água as partes afetadas.
  • Reservatório do fluido de freio: a ligeira baixa do nível do reservatório é normal, pois o ajuste do freio é feito automaticamente. Mas se a baixa for acima do normal, é sinal de vazamento no sistema. Nesse caso, deve-se procurar um estabelecimento autorizado. O fluido dos freios absorve a umidade. Por isso, se o veículo for usado nas regiões muito úmidas, o líquido deve ser substituído com mais freqüência do que o indicado no manual do veículo. Para segurança das pessoas e do meio ambiente, deve-se procurar um estabelecimento autorizado ou oficina especializada.

Fluídos lubrificantes e o meio ambiente

O descarte de óleos lubrificantes geram graves danos ambientais.

Ficam proibidos:

  • Quaisquer descarte de óleos em solos, águas subterrâneas, mar e sistemas de esgotos.
  • Qualquer forma de eliminação de óleos que provoquem contaminação atmosférica.
  • A industrialização e comercialização de novos óleos lubrificantes não recicláveis, nacionais ou importados.

Obrigações dos geradores de óleos usados

  • Armazenamento seguro em lugar acessível à coleta, em recipientes adequados e resistentes a vazamentos.
  • Adotar medidas que evitem que estes lubrificantes sejam contaminados por produtos químicos, combustíveis, solventes e outras substâncias.
  • Destinar estes lubrificantes para a recepção, coleta, refino ou outro meio de reciclagem autorizado por órgão ambiental competente.
  • Fornecer informações aos coletores autorizados sobre os possíveis contaminantes adquiridos pelo óleo usado, durante o seu uso normal.
  • Os lubrificantes usados ou contaminados provenientes de atividades industriais, devem ser repassados exclusivamente aos coletores autorizados.
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